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A Aldeia


História

ESCOLA DE CURIMBA E ARTE UMBANDISTA ALDEIA DE CABOCLOS

 

Em 02/06/1999 nascia a Aldeia de Caboclos, brotava para o mundo uma Escola com alicerce fincado nas raízes da Umbanda e do Culto Afro- Brasileiro.Desde então, esta vibrante e respeitável entidade vem irradiando a energia e os magníficos fluídos dos Guias e Orixás através de seus Toques, Cantos e Danças. Ao longo de sua existência a Escola vem se destacando por suas ações e apresentações sempre inovadoras, motivantes e comum incrível Toque de Alegria.

A Família “Aldeia de Caboclos” segue com imenso prazer de portas e coração abertos para recebê-los em nossa casa.

 

 

Objetivo

Formar bons curimbeiros e atabaqueiros, inclusive com conceitos mais específicos sobre a importância da curimba no rito umbandista, para que possam auxiliar com segurança e conhecimento, nos trabalhos espirituais de seus Templos.

 

Atabaqueiros

Direcionado ao "toque" - Médiuns (pessoas) que auxiliam nos trabalhos espirituais, em seus Templos, através do atabaque, instrumento maravilhoso de percussão, nas chamadas, saudação etc., das Entidades e Orixás. Nota: Para esse fim, são ministrados os chamados toques de Nações: Ijechá; Nagô; Congo de Ouro; Angola e Barra-Vento. Toques esses que se originaram do negros escravos que, ao cultuarem seus Orixás (Deuses), tocavam e cantavam em seu louvor, diferenciando, assim, a região e dialeto em que viviam na África.

Clique e escute cada toque:

Marcação

Ijechá

Nagô

Congo de Ouro

Angola

Barra-Vento

Curimbeiros

Direcionado ao "canto" - Médiuns (pessoas) que auxiliam nos trabalhos espirituais, em seus Templos, com os cantos, que significam, com suas letras singelas, uma forma de oração, a fim de se obter harmonia de vibrações com as Entidades que se manifestam nos Templos e também com os Orixás. Com a união dos atabaqueiros e curimbeiros os trabalhos espirituais ganham mais harmonia, força e beleza, uma vez que o aluno é preparado, com conhecimento de causa do mesmo. Além dos Toques e Cantos, também são ministrados conceitos do rito umbandista para que os alunos tenham conhecimento adequados e, dessa forma, possam utilizar, sempre que necessário.

 

Clique e escute um canto

 

Dança na Aldeia

Pois, para que serve o dançar?

Dançar é vivenciar um momento mágico, espaço oportuno para o resgate de sensações até então adormecidas pelo ritmo alucinado de nossas vidas. É uma escuta interior que nos reaproxima de nosso próprio corpo, sentidos e sentimentos. O movimento é expressão, é comunicação. É um caminho permeado por novas formas de se utilizar o corpo de maneira lúdica, prazerosa e expressiva.

 

A Dança Afro-Brasileira e a Dança dos Orixás, trazem a oportunidade para conhecermos um pouco mais nossas raízes africanas com suas lendas, movimentos e ritmos envolventes. Já as Danças Brasileiras (como o jongo, ciranda, entre outras), trazem o encanto do “colorido”, da alegria e da coletividade. São danças que ao mesmo tempo são brincadeiras, onde cada pessoa é um brincante. Dicas de consciência corporal serão mencionadas durante as aulas, para que se tenha cuidados e conhecimento do corpo e para serem utilizadas durante o dia-a-dia.

Mude sua rotina.....DANCE!!!

 

Composição da Aldeia e finalidade

Departamento social: Praticar da melhor forma a caridade, não só a espiritual.

Departamento cultural: Enriquecer os conhecimento de todo o histórico da nossa Umbanda através de apresentações e/ou encenações teatrais, exposições, palestras e outras.

Religioso: Demonstrar e praticar o rito Umbandista com outros irmãos de fé.